
Hoje, no meu devocional, li um texto de um médico que atuou na II Guerra Mundial, na mesma época ele já era obreiro cristão e ele diz: "...estive ao lado da cama de muitas pessoas que morreram. Eu sempre senti algo de admirável na presença da morte. E ainda hoje sinto o mesmo. A morte é o fim da vida, como bem sabemos. Muitas vezes, parece que ela vem cedo demais. Muitas pessoas moribundas disseram estar muito decepcionadas. A vida não lhes trouxe o que esperavam. Seus sonhos nunca se tornaram realidade. Elas nunca realizaram o que pretendiam fazer. E agora tudo estava terminado. Na morte os não-cristãos não tem qualquer esperança. Tudo o que desfrutaram na vida, acabou. Não há nada a esperar à sua frente. Mas a morte tem um lugar brilhante para os cristãos. Ela significa o fim de algumas coisas nas quais tivemos prazer: mas é o começo de uma nova vida, que será muito melhor e nunca acabará. O salmista estava desanimado (Sl.73:1-24), quando viu como pessoas perversas desfrutam de prosperidade, enquanto pessoas piedosas estavam a sofrer. Mas quando foi ao templo e começou a adorar a Deus, ele viu algo mais além do presente. Quando os ímpios morrem, isso significa o fim de tudo de que desfrutaram. Mas os crentes - entende-se aqueles que VIVEM em comunhão e buscam estar na presença de Deus - "ficarão satisfeitos" quando abrirem os seus olhos no céu (Sl.17:15). Para os cristãos, o fim da vida não é verdadeiramente o fim: é um novo começo”.
Quando um cristão morre, ele apenas começou a viver.
Fonte: Nosso Pão Diário.
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