
Cada pessoa, mergulhada em si mesma, comporta-se como
se fora estranha ao destino de todas as demais. Seus filhos e
seus amigos constituem para ela a totalidade da espécie humana.
Em suas transações com seus concidadãos, pode misturar-
se a eles, sem no entanto vê-los; toca-os, mas não os
sente; existe apenas em si mesma e para si mesma. E se,
nestas condições, um certo sentido de família ainda permanecer
em sua mente, já não lhe resta sentido de sociedade.
— Tocqueville




